sexta-feira, 27 de maio de 2011

A hora do adeus


Finalmente, amanhã é o dia da minha partida.
Não sei dizer muito bem como estou me sentindo... Até porque acho que estou anestesiada de tantas sensações, e nem todas são boas.
Estou animada com a minha ida devido ao meu crescimento pessoal e profissional, mas por outro lado, estou muito triste por estar deixando alguns planos, e principalmente, o meu amor verdadeiro.
Como bem diz a música "METADE" do cantor e compositor Oswaldo Montenegro, "Que a força do medo que tenho / Não me impeça de ver o que anseio (...) Porque metade de mim é partida / mas a outra metade é saudade [...]".
Acredito que esta é a música em que mais me descreve no momento, e diante de tantos sentimentos incompreensíveis que me completam, me dilaceram.
Ah meu Deus!!! Como eu gostaria de escutar uma única frase da boca de minha morena esta noite... (Eu só queria escutar que ela gostaria tanto quanto eu de ficarmos juntas e mantermos uma relação a distância.) Será que isso é pedir ou desejar muito?
Hoje, eu fui em alguns lugares em que me lembro de bons momentos em que vivemos juntas... Como a Catedral da Sé, a Igreja de São Judas Tadeu, e andar sem destino de lá para cá no metrô de São Paulo. E isso para sofrer calada com toda essa situação.
Não quero que sintam pena de mim!
Quero que as coisas mudem, e é exatamente por isso que estou indo embora amanhã.
Ah meu Deus!!! Só você e eu sabemos o quanto está sendo dolorosa essa minha partida, o quanto minhas emoções estão desestabilizadas, o quanto estou com vontade de gritar desesperadamente, e simplesmente me afastar do mundo por um tempo indeterminado.
Talvez essa não seja a solução mais sensata, mas acredito que seja a única solução para que amenize um pouco o desprezo que estou sentindo por mim mesma depois de tantas burradas em que cometi. Que bosta!

Até um dia...
Ou até breve!

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